sábado, 25 de julho de 2009

Analisando o Brasil

Estive pensando sobre o Brasil, aliás, tenho pensado sobre este país continental faz muito tempo. Eu gosto de história mundial, me interesso por antropologia, por economia, por política, sou um curioso de conhecimentos gerais, sou um engenheiro que se aventura em todos os assuntos que muitas vezes se afastam completamente das ciências exatas, num desses devaneios, analisando os aspectos políticos e sociais do Brasil desde o descobrimento oficial até os dias atuais, pensei se não seria necessário dar um passo à trás do processo de globalização, do processo de homogeneização dos povos. Acredito que o ser humano e quase todos os seres do planeta, têm por natureza a necessidade de viver em grupos com determinadas semelhanças, no caso específico do ser humano, essas semelhanças seriam a cultura, os costumes e a língua, baseado nisso acredito que o Brasil deveria ser divido em várias repúblicas democráticas, independentes e soberanas em todos os aspectos políticos e legais, com presidente, constituição e leis próprias, mas unidos em um único bloco econômico de livre comércio, pois ao contrário que pode se imaginar o brasileiro não é um povo homogêneo, com uma única cultura, com um único costume, antropologicamente somos um grupo de países que formamos geograficamente um grande país. Devemos promover a divisão natural, sem guerras civis, sem ódio, sem preconceitos ou xenofobia, apenas seguir a natureza, pois após 500 anos de história o Brasil não se tornou uma nação como significado literal da palavra segundo a nossa enciclopédia digital (Wikipédia): “ do latim natio, de natus (nascido), é a reunião de pessoas, geralmente do mesmo grupo étnico, falando o mesmo idioma e tendo os mesmos costumes, formando, assim um povo, cujos elementos componentes trazem consigo as mesmas características étnicas e se mantêm unidos pelos hábitos, tradições, religião, língua e consciência nacional”.